segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Talking to myself


Eu estava conversando com um amigo, e parei pra pensar: a maioria do tempo estou pensando em diálogos que nunca acontecerão ou que poderiam ter acontecido. As vezes penso em situações que NUNCA vão acontecer, mas gosto de pensar e imaginar conversas legais com pessoas que talvez eu nunca vá conhecer. É comum pensarmos que poderíamos ter falado alguma coisa quando o momento já passou. Eu sempre passo por isso. Só agora, depois de dezenove anos, que estou conseguindo agir sob pressão. Pressão no sentido de falar coisas certas nos momentos certos. Eu sempre fico pensando, e nervosa, e com vergonha e não sei mais o que. Ultimamente não estou ficando tão arrependida, mas nem por isso pare de pensar nessas coisas. 
Faz algum tempo que eu criei o costume de observar as pessoas. É engraçado para uma pessoa que enxerga mal até de óculos ficar observando as pessoas. As vezes fico encarando alguém e elas me olham "estranhamente" já que eu fico encarando pra definir quem eu realmente estou olhando. Mas voltando ao foco, observo as pessoas e fico pensando como seria legal se todo mundo conversasse. Como isso não acontece, eu imagino. E torna a vida bem mais legal, tranquila, leve e descontraída. E descobri que não é só eu que passo por isso. Óbvio que não fico inventando diálogos e acontecimentos o tempo todo, mas é legal. Algum dia li em algum lugar que quando você pensa demais você é mais criativo. Espero que isso seja verdade, porque ai eu serei muito beneficiada. Não sei se você se identifica com a minha loucura ou com toda a bagunça que foi esse monte de palavras, mas espero que tenha servido para alguma coisa.
Mil beijos,
poneipam

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Blogs: a nova agência de turismo

Despite what you think, you dont have to be rich to travel. You dont need a lot of money at...:


As férias estão chegando e não há certo ou errado quando o assunto é organizar uma viagem. Há quem organize sozinho, que prefere a segurança e a comodidade das excursões, enquanto muitos são seduzidos pelas boas propostas dos pacotes. A grande maioria das pessoas tem a sensação de que está sendo enganado ou pagando mais quando contrata um serviço em agências de turismo. Na matéria “Férias sem estresse”, da primeira edição de 2015 do jornal Tribunasp, o economista Alberto Pedroso deu dicas de como planejar, economizar e controlar o orçamento para as férias. Esse ponto se aplica na escolha do roteiro de viagem. Quando a pessoa pesquisa passagens ou reservas é provável que encontre promoções e preços mais acessíveis que os valores oferecidos por agências, que por muito tempo foram o principal meio de planejamento. Contudo, essa mudança ocorreu após a expansão e popularização de blogs e sites, onde o público começou a ter mais acesso a informações, diminuindo assim a procura por agências.

A blogueira Larissa Duarte planeja todas as suas viagens sozinha pesquisando em sites e guias turísticos, além de relatar seus achados e indicações, conta que a rede social Instagram pode ser um aliado na descoberta de lugares. “O que eu faço muito, é entrar no Instagram de pessoas que eu curto, às vezes nem é blogueira, é uma pessoas influente, que eu admiro e anoto, vou vendo onde ela foi durante a viagem”, acrescenta. A Associação Brasileira de Blogs de Viagem (ABBV) fez uma pesquisa e 68% dos internautas afirmam que confiam muito nos blogs de viagem como fonte de consulta.


Somado aos blogs, estão os sites que conquistaram o público, além de facilitar o acesso a compras de passagens aéreas, reserva de hotéis e carros. O Kayak é uma empresa de tecnologia voltada a criar ferramentas para simplificar o processo de pesquisas de viagens online. O Country Manager do Kayak no Brasil, Kaio Philipe, explica como é necessário uma plataforma simples para que o usuário consiga suas informações em um clique: “Para aliar a crescente demanda de viajantes, hospedagem, locação de automóveis e ofertas de voos no mundo, idealizamos um ambiente altamente tecnológico que facilita a comparação de ofertas de várias agências de viagens online”, afirma. Com todas as facilidades, o enfermeiro Rafael Geraldo declara que os custos em buscar uma agência de turismo são caros, por isso escolheu organizar sozinho sua viagem para a Argentina. “Eu resolvi por conta própria me informar com alguns amigos, pessoas que já estiveram no país e descobri que fica barato ir de ônibus e me hospedar em hostels”, declara. Comparando as fiversas formas de organizar uma viagem, fica claro que o mais importante para o turista é planejar com antecedência. Dessa forma, sai mais econômico e a probabilidade de ocorrer imprevistos é mínima.

No final do semestre passado, fiz esta matéria para o jornal que produzimos e achei super válido compartilhar com vocês. Antes tarde do que nunca né amigos? 
Mil beijos,
poneipam
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