segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Talking to myself


Eu estava conversando com um amigo, e parei pra pensar: a maioria do tempo estou pensando em diálogos que nunca acontecerão ou que poderiam ter acontecido. As vezes penso em situações que NUNCA vão acontecer, mas gosto de pensar e imaginar conversas legais com pessoas que talvez eu nunca vá conhecer. É comum pensarmos que poderíamos ter falado alguma coisa quando o momento já passou. Eu sempre passo por isso. Só agora, depois de dezenove anos, que estou conseguindo agir sob pressão. Pressão no sentido de falar coisas certas nos momentos certos. Eu sempre fico pensando, e nervosa, e com vergonha e não sei mais o que. Ultimamente não estou ficando tão arrependida, mas nem por isso pare de pensar nessas coisas. 
Faz algum tempo que eu criei o costume de observar as pessoas. É engraçado para uma pessoa que enxerga mal até de óculos ficar observando as pessoas. As vezes fico encarando alguém e elas me olham "estranhamente" já que eu fico encarando pra definir quem eu realmente estou olhando. Mas voltando ao foco, observo as pessoas e fico pensando como seria legal se todo mundo conversasse. Como isso não acontece, eu imagino. E torna a vida bem mais legal, tranquila, leve e descontraída. E descobri que não é só eu que passo por isso. Óbvio que não fico inventando diálogos e acontecimentos o tempo todo, mas é legal. Algum dia li em algum lugar que quando você pensa demais você é mais criativo. Espero que isso seja verdade, porque ai eu serei muito beneficiada. Não sei se você se identifica com a minha loucura ou com toda a bagunça que foi esse monte de palavras, mas espero que tenha servido para alguma coisa.
Mil beijos,
poneipam

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